Master Of Business Administration

09 Mar 2019 00:28
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<h1>Existe Mestrado A Dist&acirc;ncia?</h1>

<p>As universidades p&uacute;blicas brasileiras atravessam potente incerteza financeira. Exemplo mais gritante, a institui&ccedil;&atilde;o de ensino Estadual do Rio de Janeiro vem atrasando pagamento de sal&aacute;rios h&aacute; dois anos. Como As Subst&acirc;ncias Do Enxaguante Bucal Agem Pra Impossibilitar Problemas? , voltou ao debate a proposta de cobrar mensalidade de alunos de maior renda. Em relat&oacute;rio anunciado nesta semana, o Banco Mundial defende a medida, argumentando que institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica brasileira &eacute; ineficiente e injusta.</p>

<p>Pra seus economistas e outros apoiadores do t&eacute;rmino da gratuidade, n&atilde;o &eacute; certo que toda a comunidade financie os estudos dos jovens de classes mais altas. J&aacute; os que se op&otilde;em &agrave; cobran&ccedil;a dizem que ela n&atilde;o seria suficiente para definir a recess&atilde;o e prop&otilde;em aumentar impostos a respeito os mais ricos pra financiar a educa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Entenda abaixo os principais pretextos contra e a favor da modifica&ccedil;&atilde;o. &Eacute; &iacute;ntegro encerrar com o ensino gratuito? O principal argumento contra a gratuidade &eacute; que a maioria dos alunos da rede p&uacute;blica est&aacute; entre os brasileiros de renda mais alta, que em tese poderiam pagar. Detalhes do IBGE sobressaem que, em 2005, 80% dos graduandos das universidades p&uacute;blicas estavam entre os 40% de maior renda no povo. Sergio Firpo, professor do Insper.</p>

<p>Defensor da gratuidade, o economista F&aacute;bio Waltenberg, professor da UFF (Escola Federal Fluminense), considera que instaurar a cobran&ccedil;a nas corpora&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas seria revirar em &quot;um sistema que tem &ecirc;xito bem&quot;. Segundo ranking do jornal Folha de S.Paulo, entre as trinta melhores universidades do na&ccedil;&atilde;o, s&oacute; duas s&atilde;o privadas. Para ele, h&aacute; novas formas de cobrar mais das parcelas de maior renda do pa&iacute;s, como o retorno da tributa&ccedil;&atilde;o de lucros e de dividendos, criar um imposto sobre fortunas e ampliar a taxa&ccedil;&atilde;o de heran&ccedil;as.</p>

cursos-profissionalizantes-capacita&ccedil;&atilde;o.jpg

<p> A Atual Gest&atilde;o Do MEC o sistema tribut&aacute;rio brasileiro &eacute; regressivo - ou melhor, arrecada proporcionalmente mais dos pobres. Isso acontece porque a maioria do valor arrecadado n&atilde;o vem de impostos diretos sobre isto renda e propriedade, que pesam mais a respeito de os ricos, entretanto daqueles cobrados da produ&ccedil;&atilde;o e do consumo. Estudo da economista Maria Eduarda Tannuri-Pianto, professora da Escola de Bras&iacute;lia, em parceria com Carlos Renato Castro, gerente de Estudos Econ&ocirc;mico-Fiscais do Tesouro Nacional, sinaliza que o ensino superior p&uacute;blico n&atilde;o beneficia somente os mais ricos. Eles estimaram como se fornece a transfer&ecirc;ncia de renda para os benefici&aacute;rios destas universidades.</p>

<p>Segundo esses c&aacute;lculos, feitos a partir dos impostos recolhidos por cada grupo de renda, h&aacute; uma transfer&ecirc;ncia dos segmentos renda mais alta para os graduandos de classe m&eacute;dia. Imediatamente os mais pobres acabam n&atilde;o se beneficiando, pois que poucos s&atilde;o capazes de voltar &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, ressalta Tannuri-Pianto. Para ela, o melhor n&atilde;o seria construir mensalidades pra graduandos, entretanto permitir outras maneiras de autofinanciamento das universidades p&uacute;blicas que hoje n&atilde;o s&atilde;o autorizadas, como cobrar por mestrados profissionalizantes para quem agora est&aacute; no mercado de servi&ccedil;o. Cobran&ccedil;a seria complicada e criaria obst&aacute;culos para os mais pobres? Pra Waltenberg, isto criaria novos dificuldades administrativos e n&atilde;o garantiria a entrada dos mais pobres.</p>

<p>Em sua avalia&ccedil;&atilde;o, expandir o Fies n&atilde;o resolveria o defeito das classes mais baixas em raz&atilde;o de pessoas de menor renda possivelmente ficariam com horror de assumir essas d&iacute;vidas sem garantia de que ter&atilde;o depois rendimento para pagar. Ela est&aacute; no momento licenciado para preparar-se o modelo australiano na Australian National University.</p>

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<li>73&ordm; Escola Federal de Juiz de Fora (UFJF)</li>

<li>Meados de ago/1932 a ago/1933</li>

<li>3 Centro de Ci&ecirc;ncias Sociais</li>

<li>Institui&ccedil;&atilde;o Federal de Santa Catarina (UFSC)</li>

<li>Aprecia pesquisas</li>

<li>um Uma vis&atilde;o capitalista de Educa&ccedil;&atilde;o</li>

<li>oito LHAC - Grupo de Estudos Literatura Hispano-Americana Colonial</li>

<li>Mestrado - Doutorado (PhD, LLD) - Especializa&ccedil;&atilde;o - MBA - Honoris circunst&acirc;ncia</li>

</ol>

<p>Nele, os graduados pagam ap&oacute;s formados pelos cursos p&uacute;blicos, ao longo de anos, todavia apenas caso atinjam uma renda m&iacute;nima. Ademais, a cobran&ccedil;a &eacute; proporcional ao que o ex-aluno ganha, de forma que os que alcan&ccedil;am rendas maiores pagam taxas mais elevadas. Outra caracter&iacute;stica primordial desse sistema &eacute; que n&atilde;o h&aacute; per&iacute;odo pra quitar a d&iacute;vida e &eacute; garantido o perd&atilde;o do saldo devedor ap&oacute;s muitas d&eacute;cadas ou pela morte.</p>

<p>Segundo Meyer, isso serve como um &quot;seguro&quot; para o estudante mais necessitado n&atilde;o continuar com pavor de assumir uma d&iacute;vida que quem sabe n&atilde;o consiga pagar depois. O padr&atilde;o n&atilde;o garante receita imediata pras universidades, contudo os ganhos aumentam durante os anos, conforme mais alunos se formam. Nove bilh&otilde;es extras para a rede de ensino federal (a depender da melhoria do n&uacute;mero de formados).</p>

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